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› Convergência: Manter empresas e preservar empregos é consenso em negociação

Primeira reunião para definir salário dos caminhoneiros sinalizou ao entendimento, desde que mutuas renúncias sejam colocadas à mesa

Chapecó (25.5.2017) - Não houve avanço significativo, mas também não existe distância exagerada para fechar a nova Convenção Coletiva de Trabalho - CCT aos profissionais do setor de transporte de Chapecó e Região. Há divergência, comum no processo negocial, que pode ser superada pelo diálogo. A negociação está sendo conduzida para atender interesses coletivos. De um lado as empresas de transporte, de outro os trabalhadores do setor.

O assunto é tratado por comissões de negociação escolhidas pelos Sindicatos das Empresas de Transporte de Carga e Logística (Sitran) e dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário (Sintroc). Fator que complica a negociação e retarda o andamento do processo é a instabilidade em que o país está “atolado”. As reformas, especialmente a trabalhista, não andam fazendo com que persista a indefinição sobre qual rumo seguir. O momento deve ser analisado com cautela, paciência e diálogo sereno.

Os presidentes do Sitran, Denereci Perin e do Sintroc, Jair Padilha dos Santos aguardam, com as respectivas comissões negociais, por atitudes que possam “clarear” a situação. A negociação está em “banho-maria”. O sindicato dos trabalhadores apresentou proposta e aguarda pela posição da instituição patronal. Há ansiedade das partes pela evolução das conversações e respectivo fechamento da CCT.

Não divergem - Ponto pacífico e de consenso entre os sindicatos é a manutenção dos empreendimentos e a preservação dos empregos. “O Sitran quer evitar o fechamento de empresas”, explica Perin. “O Sintroc não quer quebrar empresa, muito menos gerar desemprego”, argumenta Santos. Existem defesas contundentes e ponderações fundamentadas dos pontos de vista das partes, mas o certo é que as dificuldades vitimam os dois lados.

Nos próximos dias novas rodadas devem ser promovidas para a retomada das ações, com avaliações a respeito do quadro. A tendência natural é pelo entendimento, desde que existam recuos do capital e trabalho.

- Foto: No encontro inaugural para tratar da Convenção Coletiva foram feitas ponderações que justificam a defesa dos interesses.

Assessoria de Imprensa



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