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› Agronegócio tem solidariedade dos transportadores catarinenses

Chapecó (24.3.2017) - A Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística de Santa Catarina – Fetrancesc e o Sindicato das Empresas de Transporte de Carga e Logística de Chapecó - Sitran estão prestando total solidariedade à indústria alimentícia catarinense e brasileira. As instituições se manifestam sobre a Operação “Carne Fraca” em nota oficial. Os presidentes Ari Rabaiolli e Deneraci Perin, respectivamente, falam em nome dos transportadores do Estado de Santa Catarina, principalmente do segmento do transporte de cargas frigorificadas.

Federação e sindicado dizem que são “totalmente favoráveis às investigações" para apurar irregularidades “em toda e qualquer esfera da cadeia produtiva alimentícia nacional”. Defendem “rigorosa punição” a toda e qualquer empresa ou pessoa, empresário, executivo ou funcionário público, que tenha agido “fora dos parâmetros éticos, morais e legais exigidos pela sociedade Brasileira”.

No entanto, a representatividade dos transportadores discorda da forma como a investigação vem sendo tratada pela mídia e redes sociais. Com a atitude “colocam em cheque a credibilidade de toda a indústria alimentícia nacional”. Isso, sem dúvida, pode afetar “todo um sistema econômico já fragilizado, refletindo diretamente na cadeia produtiva”.

Na condição de prestadores de serviços de transportes para as agroindústrias do país, inclusive nas rotas destinadas a exportação de mercadorias, os transportadores garantem que a mercadoria passa por “rigorosos procedimentos de segurança e qualidade”. Entre as permanentes medidas adotadas a produtos inquestionavelmente saudáveis e seguros, está o acondicionamento em veículos com idade média de no máximo 15 anos “que atinjam no mínimo 20 graus negativos de temperatura”, garantindo a absoluta qualidade das mercadorias.

Diante do que vem sendo erroneamente exposto, as instituições dizem que se sentem no dever, como prestadores de serviços dos maiores frigoríficos do país, “de defendermos e atestarmos a qualidade dos produtos”. A existência de irregularidades ambientais ou sanitárias em uma minoria (menor que 1,0%) das unidades produtivas do país “não pode ser generalizada” colocando dúvidas a qualidade dos produtos que são diariamente colocados às mesas do mundo inteiro.

Esperam, “sinceramente”, que os fatos sejam apurados e que os culpados sejam punidos, mas que se deixe absolutamente claro de que “os fatos foram exceções à regra e não o contrário”. 

Foto: Rabaiolli e Perin manifestaram a solidariedade de todos os transportadores à indústria alimentícia

 Assessorias de Imprensa Fetrancesc / Sitran

 



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